Dentro do Projeto de Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP) do PROADI/SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde), o Hospital Miguel Arraes (HMA), em Paulista, recebe, nesta terça (05.11) e quarta-feiras (06.11), mais um curso voltado para a melhoria de gestão e da qualidade. Desta vez, 35 profissionais das áreas assistenciais e de apoio da unidade participam do curso “Segurança do Paciente”, ministrado pela enfermeira Patrícia Santesso Laurino, do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), de São Paulo. 

Com carga horária de 16 horas, das 8h às 17h nos dois dias, o curso acontece no auditório do HMA e foi aberto pela superintendente do HMA, Adelaide Caldas. A gestora destacou a importância da capacitação como forma de qualificar o atendimento oferecido pela unidade: “é uma oportunidade de fomentar e capacitar os profissionais do Hospital Miguel Arraes para prestar assistência com qualidade e foco na segurança do paciente”.  

Um teste com 5 questões deu início ao curso, como forma de sondar os conhecimentos dos participantes em torno do Programa Nacional de Segurança do Paciente. Em seguida, Patrícia Santesso questionou a segurança entre andar de avião e se internar em um hospital. O comparativo serviu para abordar ferramentas de qualidade no atendimento ao paciente, e que envolvem planejamento, plano de ação, capacitação, comunicação efetiva, processos delineados e seguidos, manutenção preventiva e monitoramento de resultados.  

A capacitação desta terça-feira seguiu com conceito, classificação e cultura, e os protocolos de segurança do paciente. Nesta quarta, a agenda se volta para as comissões obrigatórias, planejamento do cuidado e educação do paciente, auditoria do cuidado e segurança do ambiente. Ao final do curso serão entregues certificados aos participantes.  

O Projeto de Reestruturação de Hospitais Públicos (RHP) do PROADI/SUS tem duração de dois anos no HMA com acompanhamento presencial e à distância, realização de cursos e incentivo à criação de comissões internas para que o serviço siga os protocolos de atendimento aos pacientes semelhantes aos utilizados em hospitais de referência no Brasil.