A leptospirose é uma doença transmitida aos seres humanos pelo contato da pele ou conjuntivas com água ou lama contaminadas pela urina de animais portadores de leptospira, principalmente roedores sinantrópicos (domésticos).

 

É uma doença infecciosa febril, de início abrupto, cuja forma clínica pode variar desde um processo inaparente até formas graves. Um amplo espectro de animais domésticos e selvagens serve como reservatório para a persistência de focos de infecção. No meio urbano, os principais reservatórios são roedores (especialmente, o rato de esgoto), suínos, bovinos, equinos, ovinos e cães.

 

O homem, hospedeiro terminal e acidental da doença, infecta-se ao entrar em contato com a urina desses animais infectados, de modo direto e indireto, por meio de contato com água, lama ou solo contaminado.

 

A leptospirose é uma zoonose de grande importância social e econômica, por apresentar elevada incidência em determinadas áreas, alto custo hospitalar e perdas de dias de trabalho, como também por sua letalidade, que pode chegar a 40%, nos casos mais graves. Sua ocorrência está relacionada às precárias condições de infraestrutura sanitária e alta infestação de roedores infectados. As inundações propiciam a disseminação e persistência do agente causal no ambiente.

 

 

Vigilância e Controle da Leptospirose

Coordenador: Francisco Duarte

Técnica: Raylene Medeiros

Fone: (81) 3184.0214

 

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