Febre Tifóide é uma doença de notificação compulsória (Portaria MS nº 104 de 25 de janeiro de 2011) devendo ser notificado todo caso suspeito - Indivíduo com febre persistente, acompanhada ou não de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas:
 
- Cefaleia, mal-estar geral, dor abdominal, anorexia, dissociação pulso/temperatura, constipação ou diarreia;
 
- Tosse seca roséolas tíficas (manchas rosadas no tronco) e hepatoesplenomegalia.de  transmissão hídrica e alimentar .
 
Em Pernambuco, nos anos de 2002 a 2011, foram registrados 150 casos, havendo ao longo desse período um declínio acentuado no número de casos notificados, sugerindo um subdiagnóstico e/ou subnotificação da doença no Estado. A maior concentração de casos foi registrada no ano de 2002 (60 casos), decrescendo para 45 em 2003 e 15 casos em 2004. Nos anos subsequentes foram notificados em média 11,8 casos/ano. Foi observada uma maior concentração de casos da doença nas regiões do Agreste/IV Geres (30,67%) e no Sertão/VII Geres (12%) do Estado.
 
É competência das Vigilâncias Epidemiológica, Sanitária e Ambiental aliadas ao trabalho das unidades da rede assistencial de saúde e laboratórios de saúde pública e privada realizar ações que visem reduzir a incidência e a letalidade, impedindo a expansão da doença, investigando e controlando possíveis casos/surtos. As ações da Vigilância Epidemiológica Estadual consistem na realização de oficinas de atualização para técnicos desses diversos setores sobre a importância da notificação diante de uma suspeita, do acompanhamento semanal das notificações, bem como da prevenção (elaboração e divulgação de cartilhas e folder), do diagnóstico precoce e do tratamento adequado dos casos suspeitos.
 
Vigilância Epidemiológica da Febre Tifóide
Gerência: Nara Melo
Técnica: Amanda Dávila
Fones: 3184.0219/3184.0226

Aplicativos

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