A Vigilância da Influenza em Pernambuco teve início em 2005 com a implantação de duas unidades sentinela de Síndrome Gripal (SG) no Recife. Essas unidades fazem parte da Vigilância Sentinela da SG, um dos componentes estratégicos do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Influenza implantada desde 2000 pelo Ministério da Saúde (MS) e que tem como objetivo identificar os vírus respiratórios que circulam no país e monitorar o atendimento por SG nas unidades sentinela.
 
Além disso, a Vigilância da Influenza no Estado acompanha os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave – SRAG (febre, tosse, dispnéia e hospitalização) que passaram a ser de notificação universal no Brasil desde o final da pandemia declarada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em 11 de junho de 2009. Esses casos são de notificação imediata, o tratamento com oseltamivir deve ser iniciado e a amostra de secreção de naso/orofaringe coletada até o 14º dia do início dos sintomas para identificação do vírus.
 
Em 17 de novembro de 2011, foi publicada a Portaria nº 2.693 GM/MS, que estabelece mecanismo de repasse financeiro para implementação e fortalecimento da vigilância epidemiológica da influenza e define a atuação dos sítios sentinela no Brasil. Nas capitais do país e nos municípios da região metropolitana com população maior que 300 mil habitantes serão implantadas ou implementadas a vigilância ampliada da influenza, que é composta por três componentes: a vigilância de SRAG em UTI, a vigilância da SG e a notificação agregada de internações pelo CID 10: J09 a J18.
 
Em Pernambuco, os sítios sentinela contemplados por esta Portaria foram: Recife, com ampliação de 01 unidade sentinela de SG e 04 unidades sentinela de SRAG em UTI; Olinda; Jaboatão e Paulista com 01 unidade sentinela de SG em cada município.
 
Nessa vigilância é importante ressaltar a necessidade do tratamento com oseltamivir dos casos de SG com fator de risco. São fatores de risco para complicações: grávidas em qualquer idade gestacional, puérperas até duas semanas após o parto, portadores de doenças crônicas e Síndrome de Down, imunossuprimidos, obesidade, menores de dois anos, menores de 19 anos com uso prolongado de ácido acetil salicílico, 60 anos ou mais, população indígena.
 
Vigilância Epidemiológica da Influenza
Coordenação: Ana Antunes
Técnica: Alice Rodovalho
Fones: (81) 3184-0224
Fax: (81) 3184-0193

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