A vigilância das doenças e acompanhamento dos casos é uma das ações mais complexas e nobres do Sistema Único de Saúde. É monitorando as mais diversas etapas na vida das pessoas, que começa antes do nascer, no pré-natal, passando pelo nascimento, passagens pelas mais diversas instituições de saúde até o falecimento, com exames tanatoscópicos no IML ou no SVO, que epidemiologistas conhecem as doenças que mais acometem a população, que medidas devem ser adotadas para frear a transmissão e reduzir os vetores, por exemplo. Esse conjunto de medidas, com apoio dos municípios, é fundamental para nortear políticas públicas consistentes e capazes de garantir o bem-estar da população. Para a saúde pública, existem 41 doenças de notificação compulsória, ou seja, aquelas que, em caso suspeito ou confirmado, todas as autoridades sanitárias (secretarias municipais, estaduais e Ministério da Saúde) devem ter o conhecimento, para adotar medidas de bloqueio e controle.