Doença infecciosa aguda não contagiosa, causada pela ação de exotoxinas produzidas pelo Clostridium tetani. Ele provoca um estado de hiperexcitabilidade do sistema nervoso central, e os sintomas clínicos são febre baixa e espasmos. Em geral, o paciente mantém-se consciente e lúcido.
A doença apresentou uma elevada letalidade entre 1990 e 1997, com diminuição alternada em alguns anos. Essa diminuição acontece quando o diagnóstico e o inicio do tratamento são precoces, e também quando o início dos sintomas ocorre próximo da data do ferimento. Uma ocorrência maior dos casos tem sido observada em adulto jovem e em pessoas com 60 anos e mais. Quanto ao sexo, há predominância no masculino. O último caso de tétano neonatal foi em 2006.