Vigilância Epidemiológica da Influenza

A Vigilância da Influenza em Pernambuco teve início em 2005 com a implantação de duas unidades sentinela de Síndrome Gripal (SG) no Recife. Essas unidades fazem parte da Vigilância Sentinela da SG, um dos componentes estratégicos do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Influenza implantada desde 2000 pelo Ministério da Saúde (MS) e que tem como objetivo identificar os vírus respiratórios que circulam no país e monitorar o atendimento por SG nas unidades sentinela.

 

Vigilância Epidemiológica da Febre Tifóide

Febre Tifóide é uma doença de notificação compulsória (Portaria MS nº 104 de 25 de janeiro de 2011) devendo ser notificado todo caso suspeito - Indivíduo com febre persistente, acompanhada ou não de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas:

 

- Cefaleia, mal-estar geral, dor abdominal, anorexia, dissociação pulso/temperatura, constipação ou diarreia;

 

Vigilância Epidemiológica das Doenças Diarreicas Agudas

Após a redução do número de casos de cólera no país na década de 1990, observou-se a necessidade de detectar a reintrodução do Vibrio cholerae e identificar precocemente a ocorrência de surtos no nível municipal. Em 1994, foi implantada no país a Monitorização das Doenças Diarreicas Agudas (MDDA) em unidades de saúde sentinela.

 

Vigilância Epidemiológica da Cólera

A cólera é uma doença endêmica em países da Ásia e África, e tem se manifestado de forma epidêmica em várias partes do mundo. A última pandemia foi introduzida na América Latina pelo Peru, atingindo o Brasil em janeiro de 1991. Foram registrados no país, no período entre 1991 a 2005, 168.625 casos e 2.035 óbitos havendo maior concentração de casos (92,2%) e de óbitos (84,1%) na região Nordeste, com ocorrência de grandes epidemias. O último caso no país ocorreu em 2010, em São Paulo, procedente da Costa Rica.

Vigilância Epidemiológica da Coqueluche

Em 2012, por meio da Portaria Estadual Nº 104, a coqueluche foi incluída na lista de doenças de notificação imediata em Pernambuco e foram realizados cursos da vigilância epidemiológica em parceria com o Lacen, Programa Estadual de Imunizações, Gerências Regionais de Saúde, Secretarias Municipais de Saúde e Unidades Sentinela, estimulando a busca ativa de casos e adoção oportuna das ações de prevenção e controle.

 

 

Vigilância Epidemiológica da Difteria

A difteria é uma doença toxi-infecciosa, imunoprevenível, de transmissão respiratória e de notificação compulsória. A transmissão ocorre pelo contato direto de indivíduos suscetíveis com os doentes ou os portadores assintomáticos respiratórios ou cutâneos. O portador assintomático, principal reservatório do bacilo da difteria, é um dos principais responsáveis pela disseminação do patógeno na comunidade por um período de seis meses ou mais.

 

Vigilância da Doença de Chagas, Malária e Tracoma

Vigilância e Controle da Doença de Chagas

Vigilância e Controle da Esquistossomose, Geohelmintíases e Filariose

A esquistossomose, as geohelmintíases e a filariose são doenças silenciosas que acometem significantemente os municípios pernambucanos, são causadas por vermes, e encontram na relação do homem com o meio ambiente suas formas de transmissão.

 

Vigilância e Controle da Leptospirose

A leptospirose é uma doença transmitida aos seres humanos pelo contato da pele ou conjuntivas com água ou lama contaminadas pela urina de animais portadores de leptospira, principalmente roedores sinantrópicos (domésticos).

 

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