Programa de Controle do Tabagismo e Outros Fatores de Risco de Câncer

Promoção, prevenção e tratamento formam a tríade de ação do Programa de Controle ao Tabagismo e outros fatores de risco do câncer. O programa visa reduzir a morbimortalidade relacionada à exposição ao tabaco e outros fatores de risco como o álcool, radiações solares e alimentação inadequada. As ações são desenvolvidas em ambientes de trabalho, escolas e unidades de saúde por meio da implantação dos subprogramas: Ambientes Livres do Fumo, Abordagem e Tratamento do Fumante, Saber Saúde e Comunicação e Mobilização Social.

 

Programa Sanar – Doenças Negligenciadas

A Secretaria Executiva de Vigilância em Saúde (SEVS) vem desenvolvendo desde 2011, por meio do Pacto pela Saúde, o Programa Sanar, que foi instituído pelo Decreto nº 39.497, de 11 de junho de 2013, e incluído formalmente como Superintendência no organograma da SES.

Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmitidas por Alimentos

O Sistema de Vigilância Epidemiológica das Doenças de Transmissão Hídrica e Alimentar (SVE-DTA) foi criado no Brasil, em 1999, para acompanhar o comportamento dos surtos de DTA. No ano seguinte, Pernambuco implantou o sistema de SVE-DTHA de forma descentralizada para as Geres e seus municípios sedes.
 

Vigilância Epidemiológica da Poliomielite / Paralisia Flácida Aguda

A poliomielite é uma doença infecto-contagiosa causada pelo poliovírus, conhecida como Paralisia Infantil, por ser mais frequente em menores de 15 anos. Sua transmissão ocorre de pessoa a pessoa por via fecal oral (a principal), com a contaminação fecal de água e alimentos ou oral-oral, através de partículas de saliva expelidas ao falar, tossir ou espirrar.

Vigilância Epidemiológica do Sarampo

O sarampo é uma doença aguda infecciosa causada por vírus cuja transmissão ocorre por secreções respiratórias. Os sintomas são manchas róseas na pele, febre acompanhadas de tosse e/ou coriza e/ou conjuntivite. As complicações mais comuns são pneumonia, otite, doenças diarréicas e neurológicas. A doença apresenta-se mais severa em populações carentes, desnutridos, imunodeprimidos ou com tratamento de imunossupressão.
 

Vigilância Epidemiológica da Rubéola

É uma doença exantemática aguda, de etiologia viral, que apresenta alta contagiosidade, acometendo principalmente crianças. Doença de curso benigno, sua importância epidemiológica está relacionada com a síndrome da rubéola congênita (SRC), quando a infecção ocorre durante a gestação, levando ao risco de abortos, natimortos e malformações congênitas como cardiopatias, catarata e surdez.

 

Vigilância Epidemiológica da Influenza

A Vigilância da Influenza em Pernambuco teve início em 2005 com a implantação de duas unidades sentinela de Síndrome Gripal (SG) no Recife. Essas unidades fazem parte da Vigilância Sentinela da SG, um dos componentes estratégicos do Sistema de Vigilância Epidemiológica da Influenza implantada desde 2000 pelo Ministério da Saúde (MS) e que tem como objetivo identificar os vírus respiratórios que circulam no país e monitorar o atendimento por SG nas unidades sentinela.

 

Vigilância Epidemiológica da Febre Tifóide

Febre Tifóide é uma doença de notificação compulsória (Portaria MS nº 104 de 25 de janeiro de 2011) devendo ser notificado todo caso suspeito - Indivíduo com febre persistente, acompanhada ou não de um ou mais dos seguintes sinais e sintomas:

 

- Cefaleia, mal-estar geral, dor abdominal, anorexia, dissociação pulso/temperatura, constipação ou diarreia;

 

Vigilância Epidemiológica das Doenças Diarreicas Agudas

Após a redução do número de casos de cólera no país na década de 1990, observou-se a necessidade de detectar a reintrodução do Vibrio cholerae e identificar precocemente a ocorrência de surtos no nível municipal. Em 1994, foi implantada no país a Monitorização das Doenças Diarreicas Agudas (MDDA) em unidades de saúde sentinela.

 

Vigilância Epidemiológica da Cólera

A cólera é uma doença endêmica em países da Ásia e África, e tem se manifestado de forma epidêmica em várias partes do mundo. A última pandemia foi introduzida na América Latina pelo Peru, atingindo o Brasil em janeiro de 1991. Foram registrados no país, no período entre 1991 a 2005, 168.625 casos e 2.035 óbitos havendo maior concentração de casos (92,2%) e de óbitos (84,1%) na região Nordeste, com ocorrência de grandes epidemias. O último caso no país ocorreu em 2010, em São Paulo, procedente da Costa Rica.

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