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Com ativação do Ciocs no Carnaval, SES-PE garante resposta eficaz e ágil em situações de emergência

Para garantir resposta de saúde eficaz e ágil em situações de emergência, técnicos da Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco (SES-PE) vão se reunir, durante o período de Carnaval, no Centro Integrado de Operações Conjuntas de Saúde (Ciocs), na sede da SES-PE, no Bairro do Bongi. O Ciocs é um organismo que atua em regime de plantão, deste sábado (01/03) até a próxima sexta-feira (07/03), para garantir ações a casos de saúde durante eventos que envolvem multidões, como nas festividades de Momo, que recebem em Pernambuco, todos os anos, um quantitativo grande de visitantes, além do intenso movimento da população do próprio território. 

No Ciocs, as coletas de informações/notificações são executadas em tempo real, com destaque para os dados de atendimento nas unidades de saúde de referência e pontos de assistência aos foliões. Em 2025, estão previstos monitoramentos de todas as regiões do estado. E ações específicas serão executadas nos locais com maior fluxo de pessoas, como na I Geres (Recife e Olinda), II Geres (Nazaré da Mata), IV Geres (Pesqueira e Bezerros), XI Geres (Triunfo) e na V Geres, na região de Garanhuns, onde ocorrem outras festividades e eventos culturais paralelamente ao Carnaval.

Estrutura organizada para coordenar e integrar os fluxos, o Ciocs é formado por uma série de setores e serviços da SES-PE, que atuam de forma integrada para otimizar qualquer eventualidade que diga respeito à saúde pública. Com foco na prevenção de surtos e epidemias e de outros eventos de maior risco à população durante as aglomerações carnavalescas. Nesta rotina, também se executa a vigilância ativa de rumores e eventos em fontes on-line oficiais e não oficiais, realizada via formal ou informal, como mídias sociais, que permitem a detecção digital de doenças.

Outras preocupações relacionadas ao Carnaval, ainda, demandam os serviços de saúde e atenção do Ciocs, como: consumo excessivo de álcool e drogas; alimentos e água (bebidas) de qualidade de inadequada; desidratação, estresse térmico por excesso de exposição solar; brigas ou tumultos: lesões por ferimentos, esmagamentos, pisoteamento, etc; infecções sexualmente transmissíveis – IST; doenças de transmissão respiratória locais (viroses) e até questões inusitadas, que vão desde acidentes com múltiplas vítimas até ocorrências intencionais, como os supostos ataques com agulhas, chamados de “agulhadas”.

CAPACITAÇÃO – O treinamento das equipes para esta atuação ocorre em duas frentes. Para a primeira delas, reforçou-se a expertise de acompanhamento do perfil de atendimento da população em geral, trabalhadores do Carnaval e dos foliões em serviços de saúde relacionados à festa, em UPAS, hospitais e outros. Em outro direcionamento dessa capacitação prevaleceu a busca ativa de eventos (casos, surtos, óbitos e outros) nos locais com polos de Carnaval.

As ações vão ser conduzidas pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Pernambuco (Cievs) em serviços estratégicos, que se une aos CIEVS regionais, LACEN-PE, SVO Recife, vigilâncias dos municípios e hospitais metropolitanos e regionais.

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