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Em operação integrada, Vigilância Sanitária e Conselhos de Classe interditam clínica de estética e orientam três estabelecimentos no Recife

Uma clínica de estetíca foi interditada e outras três (duas de estética e uma odontológica) foram orientadas, na manhã desta quarta-feira (10/09), durante operação conjunta realizada nos bairros das Graças, Paissandu, Pina e Boa Viagem. A ação teve a participação da Agência Pernambucana de Vigilância Sanitária (Apevisa), em parceria com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE), a Vigilância Sanitária do Recife, além dos conselhos profissionais de Medicina (Cremepe), Farmácia (CRF), Odontologia (CRO), Enfermagem (Coren), Fisioterapia (Crefito) e com apoio da Polícia Civil.

Nas clínicas de estética foram identificadas irregularidades, como a ausência de processo de licenciamento em tramitação junto à Vigilância Sanitária do município. Os estabelecimentos foram notificados para realizar adequações. Em um deles também foi emitida orientação quanto à identificação correta dos recepientes plásticos de armazenagem de produtos para a saúde.

A clínica interditada cautelarmente não apresentava licença sanitária vigente, possuia falhas no fluxo e na identificação da validade da esterilização de instrumentais, além da presença de medicamentos e produtos para saúde vencidos.

Já a clínica odontológica foi orientada a realizar ajustes no controle de temperatura dos medicamentos. O estabelecimento possui processo de licenciamento em andamento junto à Vigilância Sanitária da cidade.

“Hoje realizamos o 5° dia de inspeção sanitária e ética de clínicas e serviços que realizam procedimentos estéticos. A operação, que teve início no dia 26 de agosto, segue até o mês de novembro e, além do caráter legal normativo, tem também um papel educativo, tanto para as empresas e profissionais que atuam nesse ramo de atividade, no sentido da necessidade de estarem licenciados junto à Vigilância Sanitária e cumprirem com as boas práticas nos serviços de saúde, quanto para a população de buscarem estabelecimentos devidamente regularizados e que ofertam serviços seguros e de qualidade, com profissionais registrados e habilitados em seus Conselhos de Classe”, destacou a diretora da Apevisa, Karla Baeta.

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